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DEFESA DE PROPRIETÁRIOS

Para proprietários que correm o risco de perder seu imóvel em leilão judicial ou extrajudicial, nossa equipe possui estratégias de defesa e anulação, buscando evitar ou reverter a perda do bem.

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Suspensão e anulação do leilão. 

Nossa equipe irá buscar falhas que possam levar à suspensão ou anulação do ato expropriatório (perda do bem).

Nossa equipe irá buscar falhas que possam levar à suspensão ou anulação do ato expropriatório (perda do bem):

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Busca por nulidades processuais:

Defesa da Impenhorabilidade:

  • Falta de Intimação: É preciso verificar se o(s) proprietário(s) foi(foram) devidamente intimado(s) de todos os atos cruciais (penhora, avaliação, datas do leilão). A falta ou vício na intimação pode anular o leilão.

  • Vícios na Penhora: É preciso analisar se o bem foi penhorado corretamente ou se há excesso de penhora (quando o valor do bem é muito superior à dívida).

  • Erro na Avaliação: Muitas vezes é possível impugnar o laudo de avaliação se o valor estiver muito abaixo do mercado, pedindo uma nova avaliação.

  • Bem de Família: Em algumas situações, é possível alegar que o imóvel é o único utilizado como residência familiar (Bem de Família, conforme Lei 8.009/90), o que o torna impenhorável (há exceções, como dívidas de financiamento do próprio imóvel ou impostos prediais).

  • Excesso de Garantia: Em casos de hipoteca ou alienação fiduciária, questionar a execução se outros bens poderiam cobrir a dívida.

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Recursos e Medidas de Defesa

Nossa equipe pode utilizar ferramentas processuais para contestar a dívida e o leilão, adiando a desocupação do seu imóvel:

  • Embargos à Execução ou Impugnação: Se ainda houver prazo, questionar o mérito da dívida, juros abusivos ou a própria validade do título executivo.

  • Recursos (Agravo de Instrumento, Apelação): Interpor recursos contra decisões judiciais que mantiveram o leilão ou indeferiram pedidos de suspensão.

  • Ação Anulatória de Leilão: Ajuizar uma ação específica para anular o ato de arrematação após sua ocorrência, com base em vícios formais (nulidades processuais).

  • Ação Revisional: Em casos de execução extrajudicial (como alienação fiduciária), ingressar com ação para revisar o contrato ou questionar o procedimento do leilão extrajudicial (Lei 9.514/97).

Negociação e Parcelamento da Dívida

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Atuamos também na negociação, pois, em muitos casos, o melhor caminho é a negociação:

  • Proposta de Acordo: Intermediar a negociação com o credor para obtenção de descontos, carências ou novo parcelamento da dívida antes da data do leilão.

  • Remição da Execução: É o direito de o devedor pagar integralmente a dívida (incluindo custas e honorários) antes da arrematação ser consumada, extinguindo a execução e mantendo o imóvel.

  • Proposta de Parcelamento do Débito (Judicial): Em leilões judiciais, o devedor pode requerer o parcelamento da dívida em até 6 vezes (com correção), antes da assinatura da Carta de Arrematação, conforme o Art. 916 do Código de Processo Civil.

Acompanhamento
Pós-Leilão (se ocorrer a venda)

Nossa equipe atua, mesmo que o imóvel já tenha sido arrematado:

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  • Impugnação da Carta de Arrematação: Apontar irregularidades que ocorreram no leilão (preço vil, falta de intimação) para impedir que a Carta de Arrematação seja expedida e registrada.

  • Defesa na Ação de Imissão na Posse: Se o arrematante ingressar com a ação para tomar o imóvel, o advogado irá defender o proprietário, usando a ação para discutir as nulidades do leilão e postergar o despejo até a decisão final.

Em resumo, a Vértice possui experiência em proteger o imóvel através da identificação de falhas formais do processo, da alegação de impenhorabilidade ou de negociações estratégicas.

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